terça-feira, 17 de abril de 2012

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Novo iPad é o mesmo, só que melhor

 Na verdade, o novo iPad deveria se chamar iPad 2S. No passado, a Apple adicionou a letra S para novos modelos de iPhone que não eram exatamente novos, mas tinham avanços consideráveis (iPhone 3GS, iPhone 4S).É exatamente isso que ocorre com o novo iPad. As novidades deixam o aparelho novamente no topo do mercado de tablets, um pouco à frente de seus rivais com Android, mas o aparelho não explora novas possibilidades de uso.

Tela
A maior novidade é o que a Apple chama de Retina Display. Como a tela do iPhone 4S, é uma tela extremamente nítida. Tem quatro vezes o grau de nitidez da tela do iPad 2. Na verdade, é a tela mais nítida de qualquer aparelho móvel. Essa tela tem 3,1 milhões de pixels, 1 milhão a mais do que uma TV com resolução Full HD (pelo menos é isso que diz a Apple, parei de contar os pixels após três dias).
Em tese, essa avalanche de pixels quer dizer que fotos, vídeos, mapas e textos são exibidos de forma detalhadíssima. E, nos aplicativos que já foram atualizados para a nova tela, isso realmente acontece. Os aplicativos da própria Apple, como Photos, Maps e iBooks, são incrivelmente detalhados.
Isso se repete nos outros aplicativos pagos da Apple, iMovie, GarageBand, Numbers e Pages. E o novo aplicativo iPhoto é sensacional.
Mas os aplicativos que não foram recodificados não aproveitam os recursos da tela. Em boa parte dos aplicativos o texto é automaticamente reajustado para a nova resolução, mas isso não acontece em todos eles. Depois de ler um texto incrivelmente nítido em aplicativos como Mail e Safari, dá um certo desânimo ler texto com fontes convencionais, como no aplicativo do Kindle (a Amazon está criando uma versão otimizada para a nova tela).

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