quinta-feira, 29 de novembro de 2012

BOAS NOVAS>

ENTENDA O CONFLITO ENTRE ISRAEL E PALESTINOS E SUA IMPORTÂNCIA PARA OS CRISTÃOS DO PONTO DE VISTA TEOLÓGICO
A atual crise na Faixa de Gaza, entre o grupo Hamas e o governo de Israel está sob uma trégua, acertada em acordo feito por ambas as partes na noite de quarta-feira, 21/11. O acordo, mediado pelo governo dos Estados Unidos, encerrou uma sequência de oito dias de ataques de ambos os lados
O recente conflito se iniciou após uma ação do exército israelense próximo aos territórios palestinos na região, e despertou especulações por parte de lideranças evangélicas e teólogos a respeito de um significado maior em termos de profecias bíblicas.
A Redação do Gospel+ entrou em contato com o teólogo Alexandre Milhoranza para expor as nuances teológicas do conflito e esclarecer pontos importantes para a compreensão do assunto.
Segundo Milhoranza, “o conflito árabe-israelense reacende a antiga visão de Israel, como povo escolhido de Deus, na consumação final do Reino de Deus na terra. Esta é uma visão herdada equivocadamente do Antigo Testamento”, introduz o teólogo, que explica seu conceito: “Digo equivocadamente pois no Antigo Testamento não há o conceito do estabelecimento do Reino de Deus, pois este está sempre presente (Sl. 103:19; Sl. 145:11-13). No Antigo Testamento, Deus é o soberano da criação com domínio irrestrito sobre tudo e sobre todos, de acordo com a visão hebraica”.
Com o Novo Testamento, inicia-se uma nova fase, que embora não seja alvo de muitas discordâncias na análise teológica, representa aspectos importantes para a compreensão a partir do ponto de vista bíblico: “No Novo Testamento vemos João Batista anunciando a vinda iminente do Reino de Deus. Este inclusive foi o tema central da pregação de Jesus, que o anunciava como uma realidade presente e manifestada em sua própria pessoa e nos milagres realizados por ele. Estes podem ser considerados aspectos já presentes na realidade do Reino de Deus e, até aqui, não há tantas controvérsias sobre este assunto. Este é o chamado “já” na teologia sobre o Reino de Deus”, explica Alexandre Milhoranza.
As controvérsias surgem com a interpretação apenas em sentido literal das profecias: “O problema surge quando consideramos os aspectos futuros do estabelecimento do Reino de Deus, o famoso “ainda não”. Neste ponto muitos se dividem entre associar, ou não, a Igreja com Israel e suas promessas. O grande problema de algumas linhas teológicas é interpretar as profecias, especialmente as de Apocalipse, num sentido estritamente literal. Neste ponto há uma distinção radical entre Israel e a Igreja, forçando o cumprimento literal de todas as profecias do Antigo Testamento sobre Israel”, diz o teólogo, dando dimensão da complexidade do assunto.
Para Milhoranza, essa linha de pensamento é falha e mantém seus adeptos reféns de cálculos que geram especulações sobre os sinais dos tempos e consequentemente, a respeito da volta de Cristo: “É aqui, que esta linha de interpretação ao meu ver falha, pois nem os apóstolos interpretaram as profecias do Antigo Testamento literalmente. Os teólogos que são adeptos dessa teoria ficam escravos dos cálculos históricos e qualquer acontecimento político no Oriente Médio torna-se motivo para mais especulações escatológicas. Não creio que deva ser este a razão de ser da Igreja, mas fazer como o próprio Jesus afirmou: ‘O reino de Deus é chegado a vós’”.
Fonte: verdadegospel.org.br

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Ciência >


O Brasil usa a força do vento para produzir energia elétrica




A capacidade de produzir energia a partir da força dos ventos deixou de ser apenas um plano ambicioso desenhado por ambientalistas visionários há alguns anos. Crescendo anualmente a taxas de dois dígitos, a indústria da energia eólica movimenta bilhões em todo o mundo. Hoje, de acordo com dados da Associação Mundial de Energia Eólica, as gigantescas turbinas brancas que giram incessantemente em diversas partes do planeta já são capazes de produzir quase 240 mil megawatts. Isso equivale à produção combinada de cerca de 18 usinas hidrelétricas como a de Itaipu, a segunda maior do mundo.

Dono de uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta, o Brasil entrou tarde na corrida da energia dos ventos. Com projetos começando a sair do papel nos próximos anos, a capacidade instalada do país, hoje, 10% de Itaipu, para manter a comparação com a usina hidrelétrica instalada na fronteira do Brasil com o Paraguai. São, ao todo, 1,5 mil megawatts de capacidade.

A estimativa, no entanto, é de que a produção de energia eólica cresça vertiginosamente no país nos próximos anos. Pelas estimativas da Aneel, em 2020 a capacidade instalada brasileira deve ser da ordem de cerca de 10 mil megawatts e responder por cerca de 6,7% da matriz energética brasileira. Hoje a energia retirada dos ventos responde por pouco mais de 1% de nossa matriz.
Fonte: Portal Ig

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Educação>


USP lidera ranking das melhores universidades da América Latina

Resultado foi publicado nesta terça-feira (13) pela britânica QS (Quacquarelli Symonds)


A Universidade de São Paulo (USP) lidera lista das melhores universidades da América Latina, segundo avaliação da britânica QS (Quacquarelli Symonds). O resultado foi publicado nesta terça-feira (13) e tem outras duas instituições brasileiras no top 10, incluindo Unicamp (3º) e UFRJ (8º).
Em março deste ano, a USP também apareceu entre as 100 universidades com melhor reputação no mundo, em lista divulgada pela Times Higher Education (THE). No ranking, foi a única representante latino-americana.
Veja outras instituições brasileiras que aparecem entre as 25 melhores da QS:
13º - UFMG
14º - UFRGS
15º - Universidade Federal de São Paulo
17º - Unesp
18º - PUC do Rio de Janeiro
25º - UnB (Universidade de Brasília)
Fonte: Ig